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sábado, 7 de julho de 2012

Artgay repudia ação do MPF-RJ a favor da “cura gay”


A Articulação Brasileira de Gays – ARTGAY e suas 82 afiliadas divulgaram, no dia 6 de julho, nota publica repudiando a atitude do Ministério Público Federal -MPF do Rio de Janeiro que deu entrada em ação civil permitindo a psicólogos fanáticos religiosos tentar curar gays no Brasil.
A Artgay não tem dúvida que os procuradores federais esqueceram a ciência e que entraram com ação de acordo com seus dogmas religiosos, colocando o interesse público e os artigos 1º, 5º e 19º da Constituição Federal abaixo da vontade da fé que professam.
Para a Artgay, é preciso que o Conselho Nacional do MPF e a Corregedoria do MPF verifiquem qual a religião dos procuradores autores da ação e os afastem para o bem do serviço público e para que o Estado laico seja preservado nesta instituição.
Para Léo Mendes, coordenador da Artgay, “não é possível que uma instituição séria, criada pela Constituição de 88, seja desacredita neste ponto. Como podem desconhecer a ciência, o que diz a Organização Mundial da Saúde e os Conselhos Federais de Medicina e Psicologia sobre a orientação sexual das pessoas?”
A resolução 01/99 do Conselho Federal de Psicologia, de março de 1999, baseia-se na classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo a OMS, a homossexualidade não é doença, distúrbio nem perversão. Portanto, não é passível de cura.
A Artgay avalia como um risco a democracia e a cidadania brasileira a atitude de procuradores religiosos tentarem agir acima da Constituição, colocando a Bíblia como suporte e estigmatizando os gays como doentes.
Para o coordenador da Artgay, Léo Mendes, “quem precisa de tratamento psicológico é quem está no serviço público sem condições técnicas de avaliar os riscos de suas decisões para a vida de 10 milhões de brasileiros gays”.

Fonte: Adé diversidade

Em defesa da fechação

Foto: Duda WoydaPensei em continuar a reflexão do meu texto anterior através da análise do filme Weekend, em cartaz em Salvador (vale a pena ver). Mas depois de ter ido mais uma vez ao cortejo do Dois de Julho mudei de ideia e resolvi prosseguir a partir de outra experiência muito mais local.
Há vários anos vou ao cortejo do Dois de Julho com amigos e amigas e sempre ficamos na Avenida Sete, na altura da Igreja do Rosário, local que muitos conhecem como Beco do Lugar Comum, em referência a um bar que existe naquela região. Apenas nesta data, ocorre uma grande concentração de gays, lésbicas e trans (aqui no blog sempre usarei o termo trans para me referir aos/às travestis, transexuais e transgêneros/as – prometo em outra mensagem esboçar alguma distinção entre essas três identidades). Muitos heterossexuais também ficam e passam por lá.
Foto: Duda Woyda
O objetivo de todos é assistir às performances das balizas e, em especial, provocar e participar da fechação que ocorre quando o público identifica uma baliza como gay. Nesses momentos, o público começa a gritar “fecha, fecha, fecha!”, pedindo para que a baliza faça uma performance bem fechativa. Quase sempre as pessoas são atendidas e aí começa um grande e coletivo espetáculo momentâneo que, a cada ano, atrai mais gente.
Para quem não sabe, balizas é a forma como são chamadas as pessoas que ficam na frente das bandas de fanfarra. Muitas vezes o cargo de baliza é ocupado por meninos que dançam e possuem traços delicados e bem femininos. Muitas pessoas desqualificam a fechação dos LGBTs no Dois de Julho. Com a melhor das intenções, acreditam que aquela algazarra só contribuiu para estigmatizar ainda mais a população LGBT. Em geral, são essas mesmas pessoas que criticam as paradas gays, que teriam se transformado apenas em carnaval fora de época (prometo falar das paradas em outra ocasião). Eu penso no sentido contrário. Por que?
A fechação (palavra que nem existe no dicionário oficial) consiste em uma performance que é caracterizada pelo exagero, pela propositada artificialidade e, nesse caso, por um conjunto de ações, gestos e posturas que intencionalmente não compactuam com o que a sociedade em geral espera de uma pessoa do sexo masculino. Ou seja, o menino deve, para seguir a norma hegemônica, se comportar como um macho e não ser delicado e flertar com uma performance que é esperada apenas para quem possui o sexo e gênero feminino. E por que isso é importante?
Vou apontar apenas duas razões:
1) ao fazer isso, as balizas (não estou dizendo que elas sejam necessariamente gays, isso pouco importa aqui) revelam para todos a própria artificialidade de todas as performatividades de gênero, sejam elas de homens ou mulheres, heterossexuais ou não. Isso porque os meninos das balizas mostram que a performance dos outros homens poderia ser diferente, caso eles assim quisessem ou tivessem a coragem de fazer algo diferente;
2) em um momento em que cresce a violência contra LGBTs em nosso Estado, dias após um garoto heterossexual ter sido assassinado em Camaçari (tema que será alvo do texto do Giba ainda nesta semana aqui no blog) porque estava tendo um comportamento considerado como gay, as balizas e as dezenas de LGBTs que estavam naquele ponto da Avenida Sete, naquele momento, diziam, através daqueles gestos, gritos e ações: “eu não vou me adaptar às normas de gênero, eu vou permanecer fazendo a minha fechação, explicitando quem eu sou e quero ter o direito de fazer isso quando eu quiser. Não vou me comportar como a maioria deseja, quero ser aceito e respeitado como sou”.

Foto: Nelson Oliveira
Foto: Nelson Oliveira
Por estas razões, considero aquele efêmero encontro entre LGBTs e as balizas um evento político e quem as desqualifica, no fundo, está tendo um comportamento homofóbico e misógino ao mesmo tempo. Mas, é claro, não é uma ação política no sentido tradicional. Muito possivelmente, a maioria dos participantes nem entenda aquilo como uma ação política, mas eles e elas são os/as protagonistas dela. Não é o caso da Marcha das Vadias, um dos mais interessantes movimentos que surgiram nos últimos tempos, na qual a fechação tem sido uma estratégia empregada de forma intencional por alguns/mas participantes. Dentro dos muros das universidades, quem tem feito o mesmo é o grupo Baphão Queer (ver http://baphaoqueer.blogspot.com.br/)



Foto: Nelson Oliveira
Foto: Nelson Oliveira
Outro aspecto interessante é que, em 2009, tentaram criar uma norma que impedisse a fechação das balizas nas fanfarras. Um dessas pessoas era o presidente da Associação das Fanfarras e Bandas da Bahia, Edimilson Castro (vejam o documentário feito por alunos do curso de Jornalismo da UFRB em http://www.youtube.com/watch?v=hme_t03KojY&feature=player_embedded). Mas Castro, quando passa com sua fanfarra no Beco do Lugar Comum, sempre toca algumas músicas muito admiradas pelo público LGBT. Nos anos anteriores tocava I will survive, hino LGBT no mundo. No último Dois de Julho tocou, entre outras, uma música da Lady Gaga, diva atual dos gays. A Bahia é mesmo cheia de contradições e paradoxos.
Para finalizar, não posso deixar de fazer mais um rápido comentário: duvido que alguém encontre no Brasil alguma festa cívica/militar como o Dois de Julho, com direito à fechação.
Para me despedir, faço uma pose bem fechativa e mando um beijo, com a ponta dos dedos. Kiu!

Leandro Colling

Fonte: Instituto Adé Divesidade

A corrida por uma vaga no legislativo municipal



A corrida por uma vaga no legislativo municipal, nas eleições de 2012 será acirrada, e a comunidade LGBT em Salvador e no interior do estado pode alcançar inúmeras vitórias, já que houve um crescimento das candidaturas dos militantes gays.
 
Em Salvador, a vereadora Léo Kret do Brasil (foto) vai tentar a reeleição e disputará os votos da comunidade gay e simpatizantes da causa com Alex Emanoel da Silva Barbie, Dion Santiago, Fabety Boca de Motor, Hilda Furacão, Pokett, Porreta da Mata Escura, Vida Bruno aumentando ainda mais o clima de disputa.
 
Confira a lista com os nomes já confirmados.

Salvador
Alex Emanoel da Silva
Barbie
Dion Santiago
Fabety Boca de Motor
Hilda Furacão
Leo Kret do Brasil
Pokett
Porreta da Mata Escura
Vida Bruno

Camaçari
Natasha Kiss

Canavieiras
Natascha Ribeiro

Casa Nova
Juju

Coração de Maria
Edlene Paim

Ilhéus
Altemar Lima – Teminha
Lindomar S Nascimento
Tyrone Thomaz Aquino

Irecê
Joselito Amador Santos
zelito_smarth@hotmail.com

Itapetinga
Edy Bahia

Lauro de Freitas
Franklin Silva

Pojuca
Edicles Calmon

Porto Seguro
Silvia Star

Pr.TancredoNeves
PDT
Carlus Silva

Ruy Barbosa
Scarllet Ohara

Simões Filho
Rafael Myranda

Sítio do Mato
Sidney das Casinhas

Uruçuca
Lucas Mafra

Vera Cruz
Gil Lima

Vitória Conquista
Mãe Rosa de Oxum (Rosilene S. Santan)
  

Fonte: DOIS TERÇOS

MPF dá entrada em ação que permite a 'cura' de LGBTs


Carlos Tufvesson (de preto),ao lado de seu companheiro André Piva, ficou indignado com a ação. Já o pastor Joide, ex-travesti, defende a ‘cura’ (Fotos: Carlo Wrede/Agência O Dia e George Magaraia/Portal IG)Carlos Tufvesson (de preto),ao lado de seu companheiro André Piva, ficou indignado com a ação. Já o pastor Joide, ex-travesti, defende a ‘cura’ (Fotos: Carlo Wrede/Agência O Dia e George Magaraia/Portal IG)
O Ministério Público Federal (MPF) deu entrada em ação civil pública para anular parte da resolução do Conselho Federal de Psicologia que proíbe que profissionais prometam a 'cura' de orientação sexual.

A ação, proposta por três procuradores do Rio, argumenta que a norma “impede que psicólogos atendam clinicamente homossexuais que desejam mudar a orientação sexual”. O pedido do MPF deixou ativistas de direitos humanos indignados.


“Retomar a discussão sobre a homossexualidade ser ou não uma doença é um absurdo do mesmo tipo que seria retomar a discussão sobre se o sol gira em torno da terra. Um dos procuradores, o Fábio Aragão é evangélico e está colocando o cargo dele a serviço da crença pessoal dele. Isso é um erro grave porque a Justiça deve ser laica”, afirmou o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) ao site O DIA.


A resolução 01/99 do Conselho Federal de Psicologia, de março de 1999, se baseia na classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo a OMS, a homossexualidade não é doença, distúrbio nem perversão. Portanto, não é passível de cura.


Revolta

“Onde o Brasil está querendo chegar? Quer ir na contramão da política de Direitos Humanos? A OMS já deu parecer que a homossexualidade não é doença. Não cabe ao Ministério Público Federal questionar isso, mas, sim, defender as minorias. Na minha opinião, essa ação é um desserviço que desqualifica o Judiciário”, afirma o estilista e ativista pelos direitos LGBTs Carlos Tufvesson.

A ação, que teve o pedido de liminar rejeitado em 1ª e 2ª instância, afirma que o conselho permite que o psicólogo trate o “cidadão que deseja sair da heterossexualidade para tornar-se homossexual”.


O pedido do MPF argumenta que a resolução “viola tanto os direitos dos psicólogos quanto o direito daqueles que optarem pelo auxílio psicológico para resolver a angústia que traz a opção(sic) sexual que está seguindo em dado momento da vida”.


Bancada evangélica luta em Brasília

Semana passada, discussão do projeto legislativo do deputado João Campos (PSDB-GO) — que tenta derrubar a resolução do Conselho de Psicologia e liberar atendimento para quem queira mudar a orientação sexual — gerou tumulto no Congresso.

O tema mistura política e religião: Campos é da bancada evangélica. O pastor Joide Miranda, 47, defende o ponto de vista polêmico. Ex-travesti, hoje casado e pai de um menino, ele fundou em Cuiabá a Associação Brasileira de Ex-LGBTTs, que ajuda pessoas que “desejam deixar voluntariamente o estado da homossexualidade”. “Deus restaurou minha identidade”, diz.

Fonte: Gay 1

Cinquenta casais homossexuais têm união estável reconhecida no Rio



Publicado no G1
Indicado por Augusto Martins

Por Christiano Ferreira

Pelo segundo ano, casais de todo o estado do Rio de Janeiro se reuniram para celebrar o reconhecimento da união estável homoafetiva no auditório do Tribunal de Justiça do Rio, no Centro da cidade. A cerimônia, realizada no domingo passado (1), é a primeira que acontece num tribunal, e contou com 50 casais, segundo os organizadores.

Antes do evento, os casais puderam se maquiar para as fotografias. A desembargadora Cristina Gáulia conduziu a cerimônia, que contou com a presença de parentes e amigos dos casais, além de representantes do movimento LGBT. Ao todo, cerca de 350 pessoas estiveram no TJ-RJ, nesta tarde.

Em maio do ano passado, as uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo foram reconhecidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Na época, 43 casais celebraram o reconhecimento da união durante um evento no auditório do Rio Sem Homofobia.
Durante o evento, integrantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) recolheram assinatura para o projeto "Estatuto da Diversidade", que visa a lutar pela igualdade de direitos. A ideia é recolher 1,4 milhão de assinaturas.

O coordenador do programa Rio Sem Homofobia, Cláudio Nascimento, disse que, a partir deste domingo, os interessados em converter a união em casamento poderão recorrer à Justiça. Segundo Nascimento, 40 casais presentes à cerimônia já se mostraram favoráveis à conversão.

Família demorou, mas aceitou

Felipe Ferreira foi ao TJ-Rio oficializar sua união com Luiz Cláudio de Brito, que conheceu no trabalho. Eles contaram que a família acabou aceitando relação dos dois, que já dura mais de seis anos. Entretanto, Felipe contou que o pai só soube da união cinco anos depois do início do relacionamento. "Ele até sabia que eu vivia com um amigo, mas não sabia da relação", disse.

"No começo foi meio conturbado, mas depois, com a nossa independência, nossa família começou a olhar com outros olhos", relembrou Luiz Cláudio.

Atualmente, os dois vivem juntos em um apartamento na Vila da Penha. Eles contam que pretendem adotar uma criança. "Ele é formado em turismo e eu faço pedagogia, temos um apartamento. Nós temos condições para adotar", disse Luiz Cláudio. Irmão padre 'abençoou' união de lésbicas

Aline Oliveira, 32 anos, e Ana Cristina da Silva, 35 anos, estão juntas há seis anos. Mãe de um menino e de uma menina, que é adotada, Aline contou que os filhos entendem e aceitam a relação entre as duas. "Hoje eles são nossos filhos", disse Aline, ressaltando que foca na educação das duas crianças para evitar que elas tenham algum tipo de preconceito no futuro. "A gente ensina que o preconceito não é válido", disse.

Aline e Ana contaram que as famílias aceitaram o relacionamento. A mãe de uma delas, inclusive, esteve na cerimônia. Aline disse ainda que o apoio da família foi além dos pais e chegou até do irmão, que é padre. "Ele já abençoou nossa união", disse.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Juventude da ARTGAY participa da produção do material de prevenção da Aids do MS


         



       Odílio Torres (Coordenador da Artgay/Jovem no Centro-Oeste) e Tanino Silva (Coordenador da Regional Nordeste) participaram do I Seminário sobre Comunicação em Saúde para Jovens Gays, de 30 de maio a 01 de junho, em Recife-Pe, promovido pelo ministério da Saúde. 

Tanino de camiseta amarela e Odílio Torres com bandeira do Arco-Iris


     Foram realizadas oficinas de comunicação dirigida para jovens gays. Para o jovem Odílio Torres “esta parceria entre a ARTGAY e o departamento de DST/Aids e Hepatites virais é muito importante para reduzir a infecção junto aos homossexuais de 13 a 24 anos. Abre-se um horizonte para prevenção da Aids junto aos jovens gays no Brasil”. 

Dinâmica


          O I Seminário Gérson Fernandes do departamento de DST/ Aids e HV falou sobre o HIV na população de homens que fazem sexo com homens- HSH. Foi ainda apresentada experiências de Comunicação em Saúde para populações específicas, roda de conversa sobre Comunicação dirigida aos Jovens Gays e debate sobre a mídia Digital e a juventude LGBT. 


           As Oficinas de Comunicação dirigidas para jovens gays foram focadas em mídias sociais, materiais para WEB, vídeo e fotografia. Foi falado também sobre intervenção urbana, textos e construções imagéticas. No último dia na boate Metrópole foi feita uma Oficina prática de Introdução a Discotecagem, com produção de vinhetas eletrônicas temáticas. Por fim, o artista e ex BBB Di Cézar/ Dimmy Kieer trabalhou o universo Drag Queen, formação cultural e produção de espetáculo de prevenção. 

Odílio Torres e Di Cesar

          Para Tanino Silva, há um abaixo assinado com 120 assinaturas de jovens lideranças de Ongs de 15 estados do Brasil solicitando ao departamento de DST, Aids e HV a presença de um representante juvenil com HIV da ARTGAY  na Cams (Comissão de Articulação dos Movimentos Sociais). Para Tanino “fomos protagonistas juvenis do I Encontro e marcha nacional contra a Gayfobia e pelo enfrentamento da Aids no Brasil, organizado  somente por gays jovens da ARTGAY, queremos espaço para fazer o controle social”. 










ARTGAY JOVEM QUER ESPAÇO NA CAMS





Eduardo Barbosa recebe o abaixo-assinado, ladeado por Carlos Bem ( camisa marrom)   e Odílio Torres.




         O Coordenador Nacional  e  o Regional Centro -Oeste da Articulação Brasileira de Gays -Artgay , Carlos Bem e Odílio Torres, entregaram, nesta sexta-feira, 15/06/2012, pela manhã ao diretor Adjunto do Departamento de DST/HIV/Hepatites Virais, Eduardo Barbosa , em Brasília -DF , um ofício com abaixo-assinado por 120 ativistas de Ongs LGBT do Brasil solicitando espaço para representação da Rede no Comitê assessor de movimentos sociais em Aids - Cams , do Ministério da Saúde.


      


      No Abaixo-assinado, as lideranças pedem que um representante da Artgay compartilhe a cadeira do movimento Homossexual. A Artgay lembra que já realizou um encontro nacional e um específico de jovens gays e aids e priorizou esta temática como luta dos ativistas da Rede.

    

        

        
 

MINISTRA DOS DIREITOS HUMANOS RECEBE ARTGAYJOVEM


    
Carlos Bem(camisa Marrom), Ministra Maria do Rosário e Odílio Torres (Camiseta Branca)
 

           O Coordenador da Artgay Jovem Centro-Oeste, Odílio Torres  e  o   Coordenador nacional da ArtgayJovem, Carlos Bem  estiveram na manhã desta sexta, 15 de junho, em Brasília-DF com a Ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário.




     Os Jovens foram pedir o empenho da Ministra no combate a Homofobia no Brasil. A Cada dois dias, de acordo com a afiliada GGB, um LGBT é assassinado no Brasil. Além disso, 1/3 das pessoas com Aids no Brasil são gays e sofrem muito estigma e preconceito. Os Jovens pediram também assento no Conselho Nacional Contra a Discriminação LGBT, para a Artgay e a participação da Ministra no II Encontro nacional da Artgay , SP 2012 e Ii Encontro nacional da artgayjovem, MG 2013.


         A Secretaria de Direitos Humanos da Presidencia da República  começa a abrir o diálogo com a Artgay recebendo as lideranças da Juventude. A Rede conta com 81 afiliadas no Brasil , mas não é convidada pela SDH para participar de reuniões do Conselho e nem de eventos promovidos por aquela pasta.


     A Artgay quer também ser recebida pela Presidenta Dilma Roussef junto com outras redes do Conselho Nacional LGBT.

 
Fonte ArtGay